1. Passar um fim-de-semana prolongado em Madrid com as amigas. «As meninas não viajam hoje», mas depois de um contra-relógio em táxi viajaram sim. «Saem em Goya e vão para o número 77», e nós fomos, fomos, fomos (já disse que estávamos carregada que nem umas mulas?), para descobrir uma porta deprimente e que tínhamos de voltar a subir a rua toda...para o 177. Comer tapas, massas, torradas com manteiga e doce e mais aquele outro sítio em que podíamos comer tudo o que estivesse ao nosso alcance. O
Chikiliquatro e a
eurovisão. As lojas, ai tantas lojas. Uma noite para dançar e «o meu nome não é
chica pá».
2. Passar uma noite em Londres, porque o trabalho assim o pede, e aproveitar para estar com uma amiga que não via há anos, ir a uma
happy hour às 17h (por isso é que aquilo é um país rico e o nosso não) e comer
suchi à conta do emprego, ah ah ah.
3. Encher os pés de terra, levar encontrões a torto e a direito, comer sandes e massas geladas, ganhar triliões de caixas de
trident, levantar poeira com a
Mangalho, ficar deprimida com a
Winehouse, cantar '
Always', dos
Bon Jovi, a plenos pulmões e gargalhar a bom gargalhar com os
Tokio Hotel...porque me calhou aturar o Rock
in Rio.
4. Ganhar cinco
carteirinhas de cromos e um chocolate, porque o dia da criança também é meu.
5. Descobrir que a Madonna vem aí, que no dia 14 de Setembro vou estar
doidinha doidinha no Parque da Bela Vista a vê-la
shake shake o corpinho e, com essa brincadeira, gastar dinheiro que não tinha como gastar.
6. Ah, e ver o Pinto da Costa estrebuchar na sua própria esperteza. Porque não ia recorrer dos seis pontos, mas agora afinal já recorreu porque precisa de recorrer para poder recorrer na UEFA e tal, e nos
entretantos as competições europeias a andar para longe... e é que nem estou a pensar no Benfica (ai, agora pensei só um bocadinho) nem a desejar mal ao FCP, que lá mereceu ganhar o campeonato (estou a debater-me pela vida neste momento, enquanto a minha língua me tenta asfixiar)... estou só a pensar no grande melão do Jorge Nuno. E se vale a pena pensar nisso.