terça-feira, 17 de março de 2009

Estranho!

Não tenho tempo para escrever porque tenho muito para escrever.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Que o Senhor esteja connosco!

Eu amo o senhor. O senhor mudou a minha vida com um cão que só diz asneira, uma alavanca Walker Ranger do Texas e com loucura non-sense em doses industriais. Eu até sei que o senhor foi promovido e que novo programa e novo horário serão supostamente mais nobres. E confio que o senhor vai continuar a ser o MAIOR. Mas estou nostálgica, que raio posso eu fazer? Afeiçoei-me ao Late Night assim mesminho como ele era. E foram 16 anos do catano! Abençoado seja o Senhor.

Start spreading the news

Agora que já tenho onde dormir (eu num santuário, quem diria?) já acredito que vou. E vou. Foi assim num instante, sem dúvidas nem pensamento racional. Mas as estrelas estavam alinhadas, não é verdade? E se não estavam, azar o delas. Nós já as pusemos na linha!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

É o quê?

«Fernando Pessoa é uma espécie de Shakespeare ao quadrado». São as coisas que se ouvem como conversa banal num encontro de escritores. E eu a sentir-me muito inteligente, pelo menos enquanto estava calada.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Aconselha-se!

Alerta laranja - todos os emigrantes devem esconder as correntes de ouro, desfazer-se dos álbuns de Tony Carreira (o mais recente também) e parar de falar das casas estilo 'maison' e das janelas estilo 'fenetre' para que não sejam detectados pelo furacão 'human stupidity'.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Agora 19h, depois 18h, depois 17h e etc.



Estou dormente. Como um rasgão na pele que sangra, arde, lateja e por fim existe mas já nem se sente. Cansado de doer. Rasgão ainda. Mas dormente. Porque doer cansa.

Mais um tic no ponteiro. E nada. Outro tic (devia ser um tac, mas não me apetece). E ainda nada. Tic. Nada. Tic. Nada. Tic. Nada. Um tac, concedo. Mas nada também. Não é solidão, ainda que seja. Não é desatino, ainda que pareça. Não é angústia, ainda que pudesse ser em absoluto. Ou em sinónimo. É apenas assim. Solidão, desatino, angústia.

Sonhei também que o meu relógio andava ao contrário*. Porque me confunde, o tempo. Rói-me. Irrita-me. Pesa-me. Amanhã talvez menos, quem sabe. Ou se seguisses no sentido contrário, só um instante (e o tempo de novo, mesmo quando me dirijo ao teu inverso). No sentido contrário e eu a puxar algumas pontas. Soltas. Ou presas em demasia. A resolver-te, a resolver-me. E tudo melhor agora se talvez ao contrário, só um instante.

Sei agora, mais do que nunca (porque nunca soube?), que é isto. E só. Eu a ouvir-me, em repeat e com eco. Eu a reunir-me e a desfragmentar-me, a desfragmentar-me e a reunir-me. Eu a desejar que seja de outra forma. Que a campainha toque (estará avariada?). Que não estejas tão longe. Nem tu. Que seja 'say you, say me' como na música pirosa. Mas é 'say me' apenas. Porque se o meu mundo desaba só eu o vejo cair e sou eu que lhe atiro cimento aos alicerces, mais uma vez. E se tic, nada, tic, nada, tic, nada, só eu a sentir assim. Aqui mesmo, como agora, sozinha.

*como em O Estranho Caso de Benjamin Button, filme que me deixou a garganta a arder, que é a minha forma obtusa de chorar

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Mariquinha...

Vem comigo pr'Angola

*Chasquinho com esperança que o local de trabalho se encha de kuduro e grandes jubas afro!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Caro dente

Se eu não tivesse espaço para nascer, não nascia, ok? Et voilá. Poupava a outrem uma dorzinha irritante e uma costura, de quatro lindos pontos, na gengiva. Sinto que na nossa relação faltou um bocadiiiiiiiiiiinho de boa vontade, não?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Trofa...


Essa bela localidade em que as línguas grandes se viram para dentro, como num valente ataque de epilepsia futebolística (vulgo 'que grande melão' ou 'é o que dá falar antes de tempo').

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

2008, este dedo aqui do meio é todinho para ti

Ainda que a interpretação tenha sido digna, uma 'figura de urso' transformou-se num 'aquecer o cu ao urso'...porque a ciência da mímica não é exacta. Sei que cantámos mais do que demasiadas vezes um glorioso dueto entre Mafalda Veiga e João Pedro Pais e um outro dos Anjos, o que me deixa desconfiada em relação à sanidade mental da minha Playstation...ainda assim cantámos, e fomos mais do que amadores. O champanhe ficou inteiro na garrafa (com excepção para o que se entornou) enquanto estávamos entretidos a criar novas coreografias para grandes êxitos da música de dança como Who let the dogs out ou 'numanumaié, numanumanumaié'...numa língua que não sei reproduzir. O fondue durou cerca de dois dias, culpa de umas meninas que não tomam bem o pulso aos quilos de carne, mas durou com estilo. Esteve frio, aquele frio seco e pesado de uma casa pouco habitada e isolada num interior alentejano, mas tínhamos lenha e lareira de chão...que nos agarrou à roupa um orgulhosos cheiro a acampamento cigano...e tínhamos sempre por perto amigos daqueles...esses mesmo, os melhores!

Foi bom chegar assim a 2009, aquele bom do tamanho das memórias que duram vida fora (ou vida dentro)...2008, you suck, e dei-te um bom pontapé na tromba antes de te deixar para trás porque foste uma real merda de ano.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

in memoriam


Vais-me fazer falta, com as tuas doces delícias. Terei saudades infinitas de te encontrar nos almoços, pequenas fugas da rotina para trocar confidências. Não esquecerei os finais de noite, quando a solidão de uma casa vazia me empurrava para a rua em busca do teu conforto. O teu cheiro...a pão quente! O teu sabor...a molho mexicano! A tua qualidade maior...as cookies! Oh Deus cruel, que me dá o Starbucks com uma mão e me tira o Subway com outra. Aqui, no Chasquinho, não se apagará a forte chama da tua memória.


*em som de fundo ouve-se «depois de ti mais nada, nem sol nem madrugada...», com o alto patrocínio de Tony Carreira

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Ano novo...

cara nova.

Problemas geográficos de natal

O menino Jesus nasceu na Lapónia e o Pai Natal vive em Belém. Ou será que vivem juntos na Transilvânia e o Drácula não existe?

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O Pai Natal existe...o outro é que não!



Felizmente, o Natal é uma festa pagã que a igreja tentou absorver. Não me tirarão o direito de o adorar, AH AH AH (tradução: riso maléfico). Boas festas!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Para o fim-de-semana

Vai de lambada!

Ser jornalista é...

- Ter de chatear toda a gente com perguntas e telefonemas
- Fazer um sorriso estúpido enquanto se está a ouvir o comentário mais aborrecido do mundo
- Combinar um jantar com uma semana de antecedência e no próprio dia perceber que só será possível se transferirmos a comezaina para a uma da manhã
- Ter de ir de manhã aqui, à tarde acolá e à noite (sim, à noite mesmo noite) acoli
- Organizar tudo e, mesmo em cima da hora em que está tudo a correr bem, começar tudo a correr mal
- Trabalhar como quem ganha muito e receber como quem trabalha pouco
- Sentir todos os sintomas de febre (incluindo tremores contínuos da cabeça aos pés e tonturas enquanto estou sentada), com a agravante de que sou aquela-pessoa-do-mundo-a-quem-a-temperatura-nunca-subiu-no-raio-da-vida-por-um-valente-defeito-de-fabrico (o que me faz sentir ainda pior), e estar na mesma aqui sentada a tentar coordenar pensamentos que possam eventualmente agradar ao ilustre leitor do pasquim

Não. Definitivamente, não tem nada a ver com o conceito romântico do «ah, deve ser tão bom não ter rotinas» ou do «tens oportunidade de conhecer pessoas super interessantes». Podiam era ter-me avisado antes, raios!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Charme napolitano

Aprecio andar pela rua com papéis sujos a voar empurrados pelo vento e lixo amontoado pelos cantos. Com a greve na recolha do lixo Lisboa quase parece Nápoles. Só falta a máfia (ou não?).

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Benfica, benfica...

Parece-me que de seis para oito é só um saltinho, não é verdade? NÃO É VERDADE?